A CARTA

A carta dizia assim: quando passares por Florianópolis outra vez, venha me ver. Fiquei quieta, não respondi. Escolhi o doce caminho do esquecimento. Resolvi, então, partir. Fui em busca do inalcançável. Nunca mais ele soube do meu paradeiro – embora eu soubesse exatamente onde encontrá-lo.

Comentários

Anônimo disse…
Realidade invertida?
Éder Fogaça disse…
Não, não, ficção consentida.

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