A CARTA

A carta dizia assim: quando passares por Florianópolis outra vez, venha me ver. Fiquei quieta, não respondi. Escolhi o doce caminho do esquecimento. Resolvi, então, partir. Fui em busca do inalcançável. Nunca mais ele soube do meu paradeiro – embora eu soubesse exatamente onde encontrá-lo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Realidade invertida?

Éder Fogaça disse...

Não, não, ficção consentida.